Brasil e Japão se enfrentam nesta segunda-feira, às 14h (de Brasília), pela segunda fase da Copa do Mundo, no Estádio de Houston. A classificação do Brasil para o mata-mata da Copa do Mundo veio acompanhada de uma notícia que animou muitos trabalhadores. Depois de três partidas disputadas à noite, a Seleção disputará a próxima partida em horário comercial, algo que costuma mexer com a rotina de empresas pelo país, alimenta as expectativas por liberações ou ponto facultativo e dá uma forcinha para quem quer encurtar o expediente para acompanhar a bola rolando.
Detalhes do próximo jogo
Com a vitória por 3 a 0 sobre a Escócia, o Brasil garantiu o primeiro lugar do Grupo C e jogará nesta segunda-feira (29), às 14 horas (horário de Brasília), em Houston, nos Estados Unidos. O adversário é o Japão, segundo colocado do Grupo F.
Se vencer, o Brasil voltará a jogar de tarde, às 17h. A “má” notícia para os trabalhadores é que o duelo de oitavas de final acontecerá em um domingo (5 de julho). O compromisso seguinte também seria disputado em um fim de semana, em 11 de julho, um sábado, às 18h.
O próximo possível jogo em horário comercial seria uma eventual semifinal, marcada para quarta-feira (15 de julho), às 16h. Já a decisão da Copa do Mundo está prevista para domingo (19 de julho), também às 16h.
Horários dos possíveis jogos do Brasil no mata-mata da Copa do Mundo:
- 2ª fase – 29 de junho (segunda-feira), às 14h
- Oitavas – 05 de julho (domingo), às 17h
- Quartas – 11 de julho (sábado), às 18h
- Semifinal – 15 de julho (quarta-feira), às 16h
- Final – 19 de julho (domingo), às 16h
Folga garantida?
Dia do jogo do Brasil não é garantia de folga pela lei. Seguindo a legislação brasileira, partidas da Seleção na Copa do Mundo não transformam automaticamente o dia em feriado ou ponto facultativo. A jornada normal de trabalho continua valendo para a iniciativa privada, salvo se houver alguma decisão específica da empresa.
Na prática, porém, a história costuma ser diferente. É comum que empresas flexibilizem o expediente em dias de jogo, liberem funcionários mais cedo, adotem home office ou até organizem espaços para que todos assistam à partida juntos. Essas medidas ficam a critério de cada empregador e não são uma obrigação prevista em lei.
Já no setor público, estados e municípios podem estabelecer regras próprias. Em alguns locais, governos e prefeituras costumam alterar horários de funcionamento ou decretar ponto facultativo em dias de jogos da Seleção. No Rio de Janeiro, por exemplo, tanto o governo estadual quanto a prefeitura já anunciaram ponto facultativo para os servidores públicos na próxima segunda-feira.









