Espetáculo revive melhores momentos de Mazzaropi

O Centro Cultural e Pedagógico Eng. Antônio Costa Galvão recebe, no dia 10 de fevereiro (sexta-feira), o espetáculo Viva Mazzaropi. A apresentação revive os melhores momentos de Amácio Mazzaropi, ator, humorista, cantor e cineasta brasileiro de grande sucesso nos anos de 1960 e 70.

Parte do projeto Cultura Solidária, a entrada é um quilo de alimento não perecível dentro da validade, exceto sal e açúcar, que será revertido ao Fundo Social de Solidariedade. Com início da peça às 20 horas, a troca dos ingressos será no dia do espetáculo, a partir das 18h30.

A apresentação é de Vitor Branco, que comemora seus 45 anos de carreira homenageando Amácio Mazzaropi. Em um show leve e divertido, Vitor traz de volta o artista que revolucionou uma época, com seu humor simplório na pele do personagem caipira tradicional brasileiro.

Amácio Mazzaropi, nascido em São Paulo, foi considerado o maior artista cômico do cinema brasileiro. Naquela época, ficou milionário trabalhando e produzindo seus próprios filmes.

Suas produções foram sucesso de público por mais de três décadas. Com apenas 14 anos, Mazzaropi entra para a caravana do circo “La Paz”, nos intervalos dos números de faquir, Mazzaropi contava anedotas e causos ganhando uma pequena gratificação.

Com a Revolução Constitucionalista de 1932, houve uma grande agitação cultural em nosso país e Mazzaropi estreou sua primeira peça teatral.

Em 1946 já é convidado pela TV Tupi de São Paulo para a estreia do programa dominical “Rancho Alegre”, encenado ao vivo no auditório da emissora no bairro Sumaré e dirigido pelo novelista Cassiano Gabus Mendes.

Homossexual e solitário teve uma carreira extensa e cheia de sucessos no rádio e na tv.

Em 1961, compra sua fazenda em Taubaté e inicia a construção do seu primeiro estúdio de filmagem. Lá produzira seu primeiro filme a cores, “Tristeza do Jeca”, que foi também o primeiro filme veiculado na TV Exelsior, conquistando o prêmio de melhor ator.

Depois de uma sequência de grandes filmes produzidos por ele, em 1974 começa a construir em Taubaté um novo estúdio cinematográfico, uma oficina de cenografia e um hotel para hospedar atores e técnicos. A partir de então produz e distribui mais de cinco filmes até 1979.

Seu último filme foi “O Jeca e a Égua Milagrosa”, que Vitor Branco participou. Foram 32 filmes produzidos por ele. Em 1981, aos 69 anos, Mazzaropi morre no Hospital Albert Einstein em São Paulo.

Um grande artista que será relembrado. Serão tocadas suas principais músicas e as suas principais anedotas em um show aproximadamente uma hora, com classificação livre.

A peça é uma promoção da VB Produções e Corretora Sitines, com apoio cultural da Secretaria de Cultura e Turismo e do Fundo Social de Solidariedade.

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